Conversando com a Marcinha sobre o Antigo Testamento, como ele é essencial para o entendimento do cumprimento da palavra por Jesus Cristo, ela me chegou hoje com o seguinte texto extremamente elucidativo sobre a Bíblia, baseada nos escritos de Patrística de Origenes de Alexandria:
"Sobretudo por este caminho Orígenes consegue promover eficazmente a
"leitura cristã" do Antigo Testamento, contestando de maneira brilhante o
desafio daqueles hereges sobretudo gnósticos e marcionitas que opunham
entre si os dois Testamentos até rejeitar o Antigo. A este propósito, na
mesma Homilia sobre os Números o Alexandrino afirma: "Eu não chamo à
Lei "Antigo Testamento", se a compreendo no Espírito. A Lei torna-se um
"Antigo Testamento" só para aqueles que a desejam compreender
carnalmente", isto é, detendo-se no sentido literal. Mas "para nós, que a
compreendemos e aplicamos no Espírito e no sentido do Evangelho, a Lei é
sempre nova, e os dois Testamentos são para nós um novo Testamento, não
por causa da data temporal, mas pela novidade do sentido... Ao
contrário, para o pecador e para quantos não respeitam o pacto da
caridade, também os Evangelhos envelhecem" (Hom. Num. 9, 4). " - http://www.veritatis.com.br/patristica/86-biografias/170-origenes-de-alexandria
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