domingo, 27 de junho de 2010

Cinema - invictus


 Invictus

Fora da noite que me cobre
Negro como o poço de pólo a pólo
A qualquer Deus - se algum acaso existe
Por minha alma inconquistavel agradeço
Nas garras da circunstância
Eu não vacilei e nem me ouviram chorar
Sob os golpes do acaso
Minha cabeça sangra, mas permanece ereta
Além deste lugar de rancor e lagrimas
Somente o horror das sombras se anunciam
E mesmo a ameaça dos anos
Encontra, e há de encontrar-me, destemido
Não importa quão estreito o portão
Quão repleto de penas o veredicto
Eu sou o mestre do meu destino
Eu sou o capitão da minha alma
 
(autor: William E. Henley)


 

Em tempos de copa do mundo de futebol na Africa, coloquei minha mãe pra assistir "Invictus", filme do diretor Clint Eastwood que mostra sobre como Nelson Mandela (Morgan Freeman) após sair da prisão onde passou quase 28 anos, foi eleito à presidência do país, e evitando o clima de revanchismo dos negros contra a minoria branca que dominou o país em época de apartheid, apoiou o time de rugby que passou de símbolo do regime de exclusão (com suas cores e bandeiras) a instrumento de união das etnias em torno da seleção que acabou por vencer a copa do mundo de 1995.

nota 7

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